quarta-feira, janeiro 31, 2007

Cangurik: Uma Árvore, Um Amigo

Quem for da minha geração, com certeza vai lembrar-se disto!

Longe vai o tempo em que a Nestlé tinha outra mascote para o seu produto "Nesquik"... uma que não era prima afastada do Bugs Bunny. Falo, claro, do simpático Cangurik!

Para além das preocupações de marketing, este canguru tinha também preocupações ecológicas. Joel Branco cantou esta música da qual transcrevo agora a letra e que se encontrava associada a este personagem (repare que o Cangurik usa fato-macaco igual ao dos jardineiros).

Refrão:

Uma árvore, um amigo
que devemos bem tratar.
Um amigo de verdade
tão fiel como a amizade
que podemos cultivar.


Sabes que uma árvore
é um pouco de beleza
que protege a Natureza
e purifica o nosso ar.

Dá-nos a madeira
e tanta coisa que fascina
a cortiça ou a resina
mais a fruta do pomar.

Oh! Vamos fazer uma floresta
Vem, plantar amigos uma festa
Tão rica e modesta
Vamos semear.


Refrão

Sabes que uma árvore
É um bem de toda a gente
Não estragues o ambiente
Não lhe sujes o lugar

Vamos, vamos, vamos
Defender a nossa vida
Que uma árvore esquecida
Pode às vezes ajudar.

Sim, vamos fazer uma floresta
Vem, plantar amigos uma festa
Tão rica e modesta
Vamos semear.


Refrão

E por que carga de água eu lembrei-me disto? Olhem... nem eu mesmo sei... um dia, esta música apareceu na minha cabeça... qual pedaço de papel tirado por acaso de uma pilha de papéis de um qualquer sótão empoeirado.

Se quiserem ouvir esta música e recordar os vossos tempos de infância (se esta aconteceu nos anos 70-80), visitem o site http://www.misteriojuvenil.com/ ou, mais diretamente, no YouTube.



Advertência 1: são capazes de sentir uma certa e determinada nostalgia...

Advertência 2: o desenho do Cangurik foi feito por mim, inspirado num desenho que encontrei no Google, mas que não tinha qualidade suficiente para figurar no meu blog.

terça-feira, janeiro 30, 2007

China

O José Sócrates partiu com uma comitiva para a China.
O pior é que parece que ele vai voltar para cá outra vez...

Viagem a Setúbal (Parte VII - e última)

Depois de termos viajado pela imediações de Setúbal, regressámos à cidade propriamente dita, a fim de visitarmos as suas ruas mais típicas. Numa praça bastante ampla encontrámos o Convento de Jesus.

"O Convento de Jesus é um dos marcos principais do estilo manuelino em Portugal. A edificação do convento teve início em 1490 e a obra foi finalizada por volta de 1500. A Igreja do Convento de Jesus destaca-se por ter sido o primeiro ensaio em Portugal de “igreja salão”, com belíssimas colunas torsas."

Estávamos em dezembro, a quinze dias do natal, e tivemos oportunidade de ver alguns simpáticos motards a distribuirem gratuitamente prendas às crianças que passavam, provavelmente com o intuito de limparem uma certa imagem negativa que a sociedade lhes rotulou.

De Setúbal, trouxemos muitas recordações agradáveis: paisagens de cortar a respiração, monumentos imponentes e boas iguarias.

Na viagem de volta, ainda tivemos tempo de parar em Pombal e fazer um ligeiro piquenique junto ao Castelo.


"A memória mais antiga da cidade. Foi mandado construir por Gualdim Pais, cavaleiro da Ordem dos Templários. No século XVI passou a ser residência do alcaide-mor e com as invasões francesas foi arruinado. É hoje uma das mais bem preservadas fortalezas militares do país. O Castelo de Pombal localiza-se, em posição dominante sobre um outeiro, na cidade que lhe dá o nome, em Portugal. Embora se ignore a data precisa, acredita-se que este castelo foi erguido juntamente com outros, à época da Reconquista, no século XII, pelo Mestre do Templo, Gualdim Pais, de acordo com inscrição lapidar datada de 1171, no Castelo de Almourol. Efectivamente o de Pombal obedece às mesmas linhas arquitetónicas características dos templários, presentes nos de Almourol, Idanha, Monsanto, Tomar e Zêzere, seus contemporâneos."

"Embora historicamente não tenha estado diretamente envolvido em campanhas maiores, esteve em alerta quando da contra-ofensiva muçulmana que, no século XII, atacou Santarém e, atravessando a região do Alto Alentejo, assolou Coruche e Abrantes, e de outra, posterior, que atacou Tomar e arrasou Leiria. Em 1334 passou para a Ordem de Cristo e, em 1512, beneficiou de obras de restauro. No contexto da crise de 1383-1385, manteve-se ao lado do Mestre de Avis. Nos séculos seguintes conheceu o abandono que o arruinou, cobrindo-o de extenso matagal. Na década de 1940 foram efetuadas obras de consolidação e restauro, a cargo da Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos."

sexta-feira, janeiro 26, 2007

Monge Organista

O pior foi começar... é evidente que esta febre de publicar desenhos meus a uma velocidade estonteante, não vai durar para sempre... penso até que agora vou fazer um pequeno interregno.
Mas, já andava com uma ideia na minha cabeça há algum tempo e resolvi passá-la ontem para papel digital.

Primeiro, falemos da ideia.

Um monge franciscano, invadido pelo amor que sente pela música, resolve ausentar-se do seu quarto, com um candelabro que lhe ilumina os caminhos pelos corredores escuros e cinzentos do velho mosteiro. O seu destino é uma pequena capela, onde o elemento decorativo mais vistoso é um vitral em forma de cruz. Lá, um órgão espera por alguém que saiba como tirar melodias divinas da sua caixa de madeira. O monge pendura o candelabro, abre o livro com pautas musicais e começa a tocar o "Kyrie Eléison".

Agora, falemos da envolvente deste desenho.

Para começar, "Kyrie Eléison" é uma frase grega que significa "Senhor, tem piedade".

Relativamente ao desenho, e como o anterior, serviram principalmente para testar as potencialidades de uma gadjet que adquiri há dois meses atrás, mas que ainda não tinha dado muito uso. Se quiser saber mais pormenores, visite o site da Wacom Volito 2. E sim... recomendo vivamente este produto.

Desta vez não recorri a digitalizações. Desenhei, colori e apliquei algumas sombras no programa ArtRage2. Se quiser testar este programa, está disponível um download gratuito. É um programa bastante realista e que nos dá a verdadeira sensação de desenhar com lápis, carvão, gouache, canetas de feltro, etc. Depois, dei os acabamentos finais no meu inseparável Photoshop: um toque de sombras aqui e ali, o arco ogival ligeiramente desfocado, o chão rude em pedra e o brilho da vela. O desenho tem muitos mais detalhes do que esta versão mais pequena consegue transmitir. Estou bastante satisfeito com a atmosfera que consegui criar (modéstia à parte).

quinta-feira, janeiro 25, 2007

Serenata ao Luar

Em tempos disse que iria colocar aqui alguns desenhos de minha autoria. Gosto de cumprir promessas, por isso, aqui fica mais uma contribuição.

Desta feita, e em virtude de umas organizações que fiz no sótão, encontrei esta "preciosidade" desenhada numa folha quadriculada e achei que ela merecia uma "lavagem de cara".

Digitalizei a folha de papel para o Photoshop e acrescentei uma nova layer onde decalquei os traços originais. Depois, foi só colorir e aplicar alguns efeitos.

Espero que gostem.

terça-feira, janeiro 16, 2007

Viagem a Setúbal (Parte VI)

Depois de Sesimbra, aventurámo-nos pela Serra da Arrábida. Imagine-se a ter uma vista priveligiada sobre a península de Troia e de toda a costa de Setúbal, a partir de uma elevação de cerca de 500 metros, junto ao mar.


A estrada é sinuosa, algumas vezes em mau estado, mas a envolvente compensa definitivamente o esforço.


Outro ponto de atracção é o Convento da Arrábida, que não pudemos visitar, mas que conseguímos fotografar à distância.

Outro local emblemático, é o Portinho da Arrábida. Uma pequena praia, um restaurante, o aconchego da Serra da Arrábida e águas límpidas, fazem este lugar bastante aprazível. Porém, o que me cativou mais, foi o contraste da flora laranja que lá encontrei, tendo por cenário o azul esverdeado das águas.


sexta-feira, janeiro 12, 2007

Viagem a Setúbal (Parte V)

Depois do Cabo Espichel, fomos direitos a Sesimbra, mais concretamente, ao Castelo de Sesimbra.

Chegámos lá na hora do almoço. Do alto do castelo, avista-se a bonita cidade de Sesimbra. Devido à sua excelente localização, o principal ramo de actividade é a pesca. Dizem muito bem dos restaurantes de Sesimbra, no que toca aos pratos confeccionados com peixe. Porém, devido a limites temporais, decidímos fazer um piquenique no castelo e não nos aventurarmos nessas andanças.


O castelo está bem recuperado e a sua envolvente é cuidada com primor. Existem alguns bancos de jardim que convidam a uma tarde bem passada, sentindo a aragem fresca e apreciado o panorama priveligiado.


Já tive oportunidade de mencionar que gosto de candeeiros em geral e de alguns em particular. Este ao qual tirei uma foto, não tem nada de especial (para além de ser um candeeiro), mas aviva algumas recordações de infância. Só assim consigo explicar o fascínio que sinto ao observar estas peças antigas de mobiliário urbano. Se a lâmpada fosse um bocadinho mais redondinha e maior, seria a cereja no topo do bolo.


Deixámos o castelo, sem saber que a parte mais bonita da viagem ainda estava por chegar...

quarta-feira, janeiro 10, 2007

Camões, a Revolucionária

Iniciei uma amiga minha na esfera bloggista... não deixem de visitar o site de: Camões, a Revolucionária. Coloquei uma entrada permanente para o seu blog em "Blogs de Amigos".

Tendo em conta a velocidade a que ela coloca posts, garanto-vos que em dois dias e meio, ela consegue ter um blog mais preenchido do que o meu foi durante estes oito meses! Parabéns e bem-vinda, amiga A. C.!

terça-feira, janeiro 09, 2007

Apocalypto

Ontem resolvi ir ver o novo filme de Mel Gibson: "Apocalypto". Fiz-me acompanhar pelo meu amigo e colega de trabalho P. S..

A estória é relativamente simples. Tendo por cenário a civilização Maia, este filme conta-nos a existência idílica de um homem (Jaguar Paw - Garra de Jaguar) e da sua tribo. Num dado momento, a tribo é brutalmente dominada por uma força invasiva. Este evento marca o início de uma jornada perigosa, que os conduz a um mundo governado pelo medo e pela opressão. Aí seriam sacrificados com o intuito de apaziguarem a ira divina. Por um acaso do destino - e guiado pelo amor que o une à sua família - Garra de Jaguar consegue fugir e tenta voltar para junto da sua mulher e do seu filho. Nesta viagem de regresso, o herói sofre uma transformação interior, que o impele a tentar reencontrar o paraíso perdido.

Considero Mel Gibson um bom realizador de cinema. Podem acusá-lo de fazer filmes violentos, o que não deixa de ser verdade, mas todos eles têm uma qualidade inquestionável: Braveheart, A Paixão de Cristo e Apocalypto.

A favor de Apocalypto temos: a prodigiosa fotografia, a montagem carregada de adrenalina, o desempenho dos actores (muitos deles nunca tinham entrado num filme), a caracterização dos personagens, o guarda-roupa, os diálogos em Yucatec (Maia) e o ambiente do filme. Tudo se conjuga para tornar a estória bastante credível.

Falando em desempenho dos actores, tenho de nomear a interpretação da pequena Maria Isidra Hoil, com apenas sete anos, no papel de Oracle Girl - a Menina do Oráculo. A sua interpretação resume-se a três intensos minutos, onde os seus movimentos, a sua expressão e o seu discurso transmitem toda a emoção que apenas uma grande actriz consegue transmitir.

Sobre ela, escrevem isto: "... vive na pequena aldeia Maia de Campamento em Quintana Roo, Yucatan, e fala apenas a língua Maia. A sua vivência aquando da audição para Apocalypto foi um abrir de olhos para a menina de sete anos de idade. Ela nunca tinha visto um carro, um avião, nunca tinha comido arroz, ou dormido num hotel, ou visto um chão que não fosse coberto de terra. Maria nunca participou em nenhum filme e esta é a sua primeira representação".

Contra Apocalypto: não existe nada verdadeiramente contra. Existem alguns erros desculpáveis: um fenómeno astronómico que costuma demorar horas a demorar alguns segundos no filme e um coração que, embora arrancado com as mãos, mostra cortes cirúrgicos nas veias e artérias. Este último ponto leva-me a dizer que o filme não é excessivamente violento. Está, provavelmente, ao nível de Braveheart, no que toca a violência.

Sem dúvida, um filme a não perder.

sexta-feira, janeiro 05, 2007

Viagem a Setúbal (Parte IV)

Do quarto do hotel avistava-se uma construção no topo de um monte, que calculámos ser o Castelo de Palmela. Por isso, foi relativamente fácil planear a primeira paragem daquele dia.

Sede da Ordem de Santiago na Baixa Idade Média, e ponto fundamental na história militar do reino de Portugal, sabe-se, hoje, que a sua relevância no contexto regional é bem mais antiga, recuando ao período romano.

Do castelo, avistam-se todas as terras que circundam Palmela (Montijo, Marateca, Setúbal, Pinhal Novo, etc.). Sabendo deste facto, os "guardiões do castelo" resolveram colocar um miradouro num dos terraços.

De Palmela, dirigimo-nos para o Cabo Espichel. Lá chegados, deparámo-nos com o Santuário de Nossa Senhora do Cabo (século XVII). A fotografia que se segue, foi tirada a partir de um cruzeiro. Aquilo que se vê de cada lado do terraço, são antigas hospedarias.

Posso dizer que foi aqui, no Cabo Espichel, que senti pela primeira vez vertigens. A terra afunda-se aos nossos pés, em precipícios que nos cortam a respiração. Só em fotografias panorâmicas é que se consegue fazer juz a este local.

Lá ao fundo, um mar completamente mudo (quase não se consegue ouvir o rebentamento das ondas devido à altura a que nos encontramos).

"Água mole em pedra dura, tanto bate, até que fura". Conseguem pensar num ditado melhor para ilustrar a fotografia que se segue? Esclareço que se trata de uma foto macro. O buraco na rocha tinha cerca de 2 centímetros de diâmetro.

O Cabo Espichel é um excelente local para se dar uma aula de geologia. Os estratos rochosos mostram toda a sua beleza nas vertentes atingidas por sucessivas derrocadas.

quinta-feira, janeiro 04, 2007

E o improvável aconteceu...

Bem... isto não é propriamente um Blog Update, mas anda lá perto.

Finalmente tive tempo de criar uma página pessoal, há muito tempo adiada. Faz lembrar aquela célebre máxima: "Em casa de ferreiro, espeto de pau". Convertida para a minha situação: "Em casa de Web Designer, a sua (do Web Designer) página pessoal é o ítem com prioridade mais baixa".

Se quiser visitar este meu novo espaço na Web, dê um salto a http://www.fe.up.pt/~vitor/.

É evidente que este Blog continuará a ser o local priveligiado para a divulgação de novos conteúdos. A página pessoal terá um carácter mais oficial, disponibilizando o meu curriculum vitae actualizado.


A fotografia da página principal foi tirada em frente a uma formação rochosa do Cabo Espichel.

E agora, permitam-me deixar aqui algumas considerações técnicas. Leia-se: se não for um tecnomaníaco, pode passar para a leitura do próximo post.

Como podem reparar, tive a preocupação de tornar a minha página pessoal up-to-date com os standards mais actuais da World Wide Web. Nomeadamente, XHTML 1.0 Strict para o código fonte, Cascading Stile Sheets Level 2 para a formatação do documento e o nível AAA (o máximo) em conformidade com as Web Content Accessibility Guidelines 1.0. Relativamente a este último ponto, testei as minhas páginas no Watchfire WebXACT e no Web@x (O índice Web@x resulta da utilização do algoritmo de análise de Acessibilidade Web, eXaminator), onde obtive uma pontuação de 9.8 (em 10). Ainda no que toca a acessibilidade e usabilidade, acrescentei alguns melhoramentos para browsers de texto (que não aparecem na versão gráfica), utilizei access keys para cada um dos ítens do menu principal, relacionei as páginas entre si utilizando uma estrutura de previous e next especificadas na tag LINK e dotei cada uma das páginas com meta informação relativamente à língua utilizada, nome do autor, descrição do seu conteúdo e palavras-chave. O layout foi feito sem recorrer a tabelas e todo e qualquer atributo de formatação vem especificado na CSS e não no código. Já me acusaram de ser muito perfeccionista, mas nunca poderia exigir aos outros aquilo que eu próprio não praticasse!

terça-feira, janeiro 02, 2007

Viagem a Setúbal (Parte III)

Não efectuámos mais paragens pelo caminho até chegarmos a Setúbal. O pôr-do-sol coincidiu com a travessia da Ponte Vasco da Gama. Ainda conseguímos tirar algumas fotografias (em andamento), à planície onde corre o Tejo.

Fizemos o check-in e partimos à descoberta da cidade de Setúbal. É uma típica metrópole, com os seus problemas de planeamento urbanístico, o caos do trânsito, a poluição, etc. Mas também é tocada pelo seu rico património histórico e por importantes obras de requalificação urbana, das quais destaco a fonte luminosa dos golfinhos (uma alusão à colónia destes mamíferos aquáticos que teima em viver nas águas poluídas do rio Sado), na Avenida Luisa Todi (cantora lírica de renome mundial, nascida em Setúbal e que viveu entre 1753 e 1833).

É também ao longo desta Avenida que podemos encontrar a maior parte das atracções turísticas da cidade de Setúbal: a estátua de Bocage (também nascido em Setúbal), a Igreja de S. Julião, etc. e os restaurantes melhor referenciados. Optámos pelo "O Novo 10", onde comemos uma "Açorda de Marisco" e "Bacalhau na Brasa". Tudo foi bem servido, o que justifica a quantidade de pessoas que o escolheram para jantar.

O estaleiro naval e a Portucel dominam parte da paisagem. Setúbal é sem dúvida uma terra de contrastes: parque natural, indústria e metrópole.


Uma vista nocturna sobre o estaleiro...


A Serra da Arrábida aparece majestosa como parte integrante desta moldura iluminada pelos últimos raios de sol.


No dia seguinte, partiríamos à descoberta de belezas naturais. No nosso roteiro figuravam a Serra da Arrábida, o Cabo Espichel, Sesimbra e mais que o leitor brevemente descobrirá.

Festival Eurovisão da Canção 2017

Desta vez é um comentário a posteriori , até porque assim se torna mais fácil fazer prognósticos. Comecemos pelo concurso interno portuguê...