Pelo menos lá em casa...
Ontem não escapou. Montei a árvore e o presépio com a ajuda da minha esposa. Custou menos a montar do que julgávamos (já não nos recordávamos do que tinha custado nos três Natais passados) e acabámos por assumir que, devido a termos montado a árvore e o presépio bastante perto do Natal, também a iríamos manter mais um pouco depois dos Reis.
O presépio, ainda que bonito, ainda não é o ideal. Trata-se de uma peça única e grande parte das recordações que eu e a minha esposa temos, é do presépio montado com figurinhas ao estilo das cascatas de S. João. Portanto, o próximo passo é arranjar um lugar onde se vendam esse tipo de figurinhas.
O tempo de Natal tem uma magia própria. Isso é inegável. São estes primeiros passos que nos orientam ao longo do Advento e tudo culmina com a reunião familiar à volta de um bom prato de bacalhau com batatas.
Este ano não deixemos de ser solidários para que todos possam ter um Natal de sonho!
Um blog de Vítor Carvalho.
Algumas reflexões sobre acessibilidade, usabilidade e design para a Web, ideias, desabafos, viagens, humor, crítica e fotografias...
quarta-feira, dezembro 15, 2010
terça-feira, dezembro 14, 2010
A Fúria do Açúcar
Não vou falar de música.
Será que a indústria açucareira não sabe que pela altura do Natal se consome mais açúcar?
Será que a indústria açucareira não sabe que a matéria-prima continua a chegar a portugal?
Será que as pessoas consomem assim tanto açúcar que, ao ouvirem as notícias sobre a possível falta de açúcar vão a correr até ao supermercado mais próximo para adquirir 10 quilos de açúcar? Para mim e para a minha esposa, 10 quilos de açúcar dão para 10 anos (é verdade que não fazemos muitos doces em casa e eu não coloco açúcar em nada)!
Será que as televisões têm comissão sobre o aumento especulativo do preço do açúcar?
Será que está tudo doido? Deviam todos ir para a Idade Média, naquele tempo em que se queriam adoçar alguma coisa, teria de ser com mel porque o açúcar ainda não existia na Europa! Não! Espera! Se calhar é melhor não... não vá o mel acabar nas prateleiras dos supermercados!
Será que a indústria açucareira não sabe que pela altura do Natal se consome mais açúcar?
Será que a indústria açucareira não sabe que a matéria-prima continua a chegar a portugal?
Será que as pessoas consomem assim tanto açúcar que, ao ouvirem as notícias sobre a possível falta de açúcar vão a correr até ao supermercado mais próximo para adquirir 10 quilos de açúcar? Para mim e para a minha esposa, 10 quilos de açúcar dão para 10 anos (é verdade que não fazemos muitos doces em casa e eu não coloco açúcar em nada)!
Será que as televisões têm comissão sobre o aumento especulativo do preço do açúcar?
Será que está tudo doido? Deviam todos ir para a Idade Média, naquele tempo em que se queriam adoçar alguma coisa, teria de ser com mel porque o açúcar ainda não existia na Europa! Não! Espera! Se calhar é melhor não... não vá o mel acabar nas prateleiras dos supermercados!
terça-feira, dezembro 07, 2010
Teste do Camião
É um óptimo teste para se fazer a um site Web. Foi inventado por Steve King, autor do livro "Don't Make Me Think" e faz a analogia entre a navegação na Web e ir num camião fechado, sendo largado em qualquer ponto de uma cidade desconhecida.
- Que site é este?
Identificar o site através do título da página, por exemplo. - Em que página estou eu?
Colocar como cabeçalho de nível 1 a função da página. - Quais as principais secções deste site?
Mostrar de forma bem visível as secções em que se divide o site (estrutura principal do menu de opções). - Quais as minhas opções a este nível?
Navegação local dentro de uma determinada secção. - Em que posição relativa estou face à estrutura do site?
Utilizar, por exemplo, um indicador do tipo "Você está aqui: Livros > Culinária" - Como posso procurar?
Incluir uma caixa de pesquisa global em todas as páginas.
segunda-feira, novembro 29, 2010
Kensington Expert Mouse
Acabei de experimentar pela primeira vez um rato do tipo trackball da Kensington.
Este tipo de ratos pode ser utilizado por pessoas com mobilidade reduzida no braço mas que possam fazer movimentos com os dedos. Em teoria possuem uma posição de operação mais confortável do que os ratos normais e, para profissionais, pode ajudar a minimizar lesões provocadas por gestos repetitivos, na medida em que o braço e o punho não são necessários para operá-los.
Eis a minha opinião relativamente ao Kensington Expert Mouse.
Colocá-lo a funcionar num Windows 7 a 64 bits não teve qualquer tipo de problemas. Plug-and-play real.
O rato possui uma trackball no centro do seu corpo e esta encontra-se rodeada por um anel que serve para fazer scroll das páginas. Dispostos à volta deste anel estão quatro botões, dois na parte de cima que podem ser configurados e dois na parte de baixo que fazem as acções de botão esquerdo e direito do rato. Existe uma peça amovível que pode ser colocada na parte inferior do rato e que permite descansar o pulso enquanto se trabalha.
Depois de trabalhar uma hora ou duas com este rato, consegui aperceber-me de algumas fragilidades:
O último ponto desta lista talvez se deva ao apoio insuficiente para a palma da mão que resulta numa posição de trabalho pouco confortável. Note-se que estou habituado a um rato Logitech MX Revolution que proporciona o apoio total da palma da mão.
É precisamente este aspecto que me leva a duvidar um pouco da ergonomia do Rato Kensington. Fiquei curioso e visitei a página da Logitech à procura de outros ratos trackball e todos os que encontrei tinham o tal apoio total para a palma da mão para além de terem os botões mais próximos do local mais habitual dos ratos ditos normais.
Este tipo de ratos pode ser utilizado por pessoas com mobilidade reduzida no braço mas que possam fazer movimentos com os dedos. Em teoria possuem uma posição de operação mais confortável do que os ratos normais e, para profissionais, pode ajudar a minimizar lesões provocadas por gestos repetitivos, na medida em que o braço e o punho não são necessários para operá-los.
Eis a minha opinião relativamente ao Kensington Expert Mouse.
Colocá-lo a funcionar num Windows 7 a 64 bits não teve qualquer tipo de problemas. Plug-and-play real.
O rato possui uma trackball no centro do seu corpo e esta encontra-se rodeada por um anel que serve para fazer scroll das páginas. Dispostos à volta deste anel estão quatro botões, dois na parte de cima que podem ser configurados e dois na parte de baixo que fazem as acções de botão esquerdo e direito do rato. Existe uma peça amovível que pode ser colocada na parte inferior do rato e que permite descansar o pulso enquanto se trabalha.
Depois de trabalhar uma hora ou duas com este rato, consegui aperceber-me de algumas fragilidades:
- O comportamento do anel não é tão fluido como gostaria, notando-se algum atrito do tipo plástico com plástico;
- Os botões que se dispõem à volta da trackball acabaram por me conduzir a alguns cliques involuntários principalmente no botão superior direito que na altura estava configurado para "voltar para trás", o que se tornou incomodativo;
- A trackball não permite controlo fino de movimentos dificultando por vezes a simples tarefa de clicar em caixas de texto como as que existem nos browsers para se introduzir o endereço das páginas;
- Curiosamente, comecei a sentir algum desconforto no antebraço quando alguns "músculos que não conhecia" começaram a doer.
O último ponto desta lista talvez se deva ao apoio insuficiente para a palma da mão que resulta numa posição de trabalho pouco confortável. Note-se que estou habituado a um rato Logitech MX Revolution que proporciona o apoio total da palma da mão.
É precisamente este aspecto que me leva a duvidar um pouco da ergonomia do Rato Kensington. Fiquei curioso e visitei a página da Logitech à procura de outros ratos trackball e todos os que encontrei tinham o tal apoio total para a palma da mão para além de terem os botões mais próximos do local mais habitual dos ratos ditos normais.
sexta-feira, novembro 26, 2010
Identificar mudanças de linguagem dentro de um documento
Esta é uma situação relativamente corrente mas que poucas pessoas dão a devida atenção. Pensemos no caso desta parcela de texto:
"Antes de imprimir, verifique se instalou correctamente os drivers da impressora".
Existe uma palavra em inglês - drivers - que é um jargão informático e que um leitor normal, minimamente familiarizado com estes termos, lê sem qualquer dificuldade. Mas... e um leitor de ecrã? Na generalidade, um leitor de ecrã estará configurado para a língua do utilizador e, poderá mudá-la de acordo com o que estiver estipulado no cabeçalho do HTML ou XHTML. No entanto, no cabeçalho estipula-se a língua de todo o documento. Como se poderá tratar então mudanças de língua dentro de um documento?
Existe o atributo lang que pode ser usado em todos os elementos HTML excepto applet, base, basefont, br, frame, frameset, iframe, param e script.
No caso apontado acima, seria correcto colocar qualquer coisa como:
HTML
"Antes de imprimir, verifique se instalou correctamente os <em lang="en">drivers</em> da impressora".
XHTML como texto/html
"Antes de imprimir, verifique se instalou correctamente os <em lang="en" xml:lang="en">drivers</em> da impressora".
Códigos das línguas mais comuns
"Antes de imprimir, verifique se instalou correctamente os drivers da impressora".
Existe uma palavra em inglês - drivers - que é um jargão informático e que um leitor normal, minimamente familiarizado com estes termos, lê sem qualquer dificuldade. Mas... e um leitor de ecrã? Na generalidade, um leitor de ecrã estará configurado para a língua do utilizador e, poderá mudá-la de acordo com o que estiver estipulado no cabeçalho do HTML ou XHTML. No entanto, no cabeçalho estipula-se a língua de todo o documento. Como se poderá tratar então mudanças de língua dentro de um documento?
Existe o atributo lang que pode ser usado em todos os elementos HTML excepto applet, base, basefont, br, frame, frameset, iframe, param e script.
No caso apontado acima, seria correcto colocar qualquer coisa como:
HTML
"Antes de imprimir, verifique se instalou correctamente os <em lang="en">drivers</em> da impressora".
XHTML como texto/html
"Antes de imprimir, verifique se instalou correctamente os <em lang="en" xml:lang="en">drivers</em> da impressora".
Códigos das línguas mais comuns
- Alemão - de
- Espanhol - es
- Francês - fr
- Inglês - en
- Italiano -it
- Português - pt
- Espanhol Castelhano - es-ES
- Espanhol Mexicano - es-MX
- Francês Parisiense (de França) - fr-FR
- Francês Canadiano - fr-CA
- Inglês da América - en-US
- Inglês Britânico - en-GB
- Português do Brasil - pt-BR
quarta-feira, novembro 24, 2010
De Greve (uma espécie de...)
Hoje foi o dia em que estive mais próximo de fazer uma greve. Só não o fiz porque não vejo que haja espaço para qualquer consequência positiva que possa advir desta greve. O país está em maus lençóis e as medidas que estão a ser tomadas podem até não ser as suficientes (com certeza não serão) para conseguir encarreirar novamente as coisas. Se fizesse greve seria pelas razões que vou enumerar e não pelas razões que apontam para se fazer greve. Assim sendo, esta é a forma encontrada de fazer greve: expressar a minha opinião sobre o estado da nação.
Parece que já adivinho a discussão estéril entre o governo e os sindicatos sobre a percentagem de grevistas em cada sector de actividade, que segue as fórmulas empíricas:
Governo: ( 0 + x ) % de grevistas
Sindicatos: ( 100 - x ) % de grevistas
Com x < 30 % e a tender para zero.
Como conclusão, o governo até poderá dizer que "a fraca adesão à greve é um sinal claro de que os portugueses percebem a grave crise em que o país se encontra (originada pela conjuntura mundial) e que estas são as políticas correctas para se ultrapassar a situação". Só que não percebe, ou finge não perceber, que a revolta está no facto de que tudo isto poderia e deveria ter sido evitado.
Olho Vivo e Zé d'Olhão
Herman José e Joel Branco
Esta vida é um fadinho
Que põe um homem de molho.
- Eu finjo que sou ceginho!
- Eu tenho um g'anda olho...
Olho Vivo!
- Zé d'Olhão!
Até manda ventarolas!
Isto é que é uma união:
- Se um diz mata!
- Outro diz esfola!
Isto é que vai uma vida
Cá neste meu Portugal!
Uns a dizer que 'tá bem
E eu me'mo a ver que 'tá mal!
- Eu não sou de mandar vir
Mandar a bronca não escolho!
Mas há coisas a pedir
Um granda soco no olho!
- Ó terra do chico-esperto
Ó terra do Zé Foguetes
Que está sempre de olho aberto
Mas enfia os seus barretes!
- Há muitos oportunistas
A ver s'a coisa s'ajeita
Por um olho olham para a esquerda
Pelo outro olham p'á direita!
Olho vivo!
- Zé d'Olhão!
Até manda ventarolas!
Isto é que é uma união:
- Se um diz mata!
- Outro diz esfola!
As crises neste país
São semp'a me'ma receita!
Ora são fúrias da esquerda
Ora ataques da direita!
- Um homem não é de ferro
E as crises não são de bronze!
O país é com'ós bêbados
Está entre as dez e as onze!
- A época espacial
Finalmente 'tá a surgir
Nas terras de Portugal
Onde 'tá tudo a subir!
- Olha p'ó custo de vida
Sei eu e sabes tu!
'té parece um foguetão
Que leva fogo no cu!
Olho vivo!
- Zé d'Olhão!
Até manda ventarolas!
Isto é que é uma união:
- Se um diz mata!
- Outro diz esfola!
C'os cintos de segurança
Nos carros nada sacode!
É mais um cinto à'pertar
A barriga do pagode!
- Os cravos da revolução
'tamos a pagar com juro!
Pois o cinto português
Já vai no último furo!
- Ó terra de boa gente,
Ó terra dos meus amores
Tudo quer independência
'té a Madeira e os Açores!
- Se a coisa assim continua
'tá-se a ver que qualquer dia
'té damos a independência
Ao Barreiro e a Leiria!
Esta vida é um fadinho
Que põe um homem de molho.
- Eu finjo que sou ceginho!
- Eu tenho um g'anda olho...
Olho Vivo!
- Zé d'Olhão!
Até manda ventarolas!
Isto é que é uma união:
- Se um diz mata!
- Outro diz esfola!
- O governo parece ignorar a regra básica de qualquer administrador que se preze e que consiste em não se gastar mais do que o que se ganha;
- O governo só agora começou a implementar políticas contra o despesismo em todos os sectores do estado;
- O governo teima em não apoiar sectores de actividade que poderão gerar riqueza interna e diminuir a nossa dependência do estrangeiro;
- O governo continua a apoiar o laxismo das pessoas ao fazer com que continuem a optar pelo rendimento mínimo em detrimento de um trabalho;
- O governo não consegue livrar-se dos jobs for the boys mesmo que isso implique colocar pessoas incompetentes em cargos que não são mais que uma segunda escolha para candidatos autárquicos falhados, entre outros;
- O governo e o povo português continuam a viver acima das suas possibilidades;
- O povo português valoriza o chico-espertismo;
- O povo português tenta sempre contornar a lei e o estado para tirar um benefício próprio;
- etc.
Parece que já adivinho a discussão estéril entre o governo e os sindicatos sobre a percentagem de grevistas em cada sector de actividade, que segue as fórmulas empíricas:
Governo: ( 0 + x ) % de grevistas
Sindicatos: ( 100 - x ) % de grevistas
Com x < 30 % e a tender para zero.
Como conclusão, o governo até poderá dizer que "a fraca adesão à greve é um sinal claro de que os portugueses percebem a grave crise em que o país se encontra (originada pela conjuntura mundial) e que estas são as políticas correctas para se ultrapassar a situação". Só que não percebe, ou finge não perceber, que a revolta está no facto de que tudo isto poderia e deveria ter sido evitado.
Olho Vivo e Zé d'Olhão
Herman José e Joel Branco
Esta vida é um fadinho
Que põe um homem de molho.
- Eu finjo que sou ceginho!
- Eu tenho um g'anda olho...
Olho Vivo!
- Zé d'Olhão!
Até manda ventarolas!
Isto é que é uma união:
- Se um diz mata!
- Outro diz esfola!
Isto é que vai uma vida
Cá neste meu Portugal!
Uns a dizer que 'tá bem
E eu me'mo a ver que 'tá mal!
- Eu não sou de mandar vir
Mandar a bronca não escolho!
Mas há coisas a pedir
Um granda soco no olho!
- Ó terra do chico-esperto
Ó terra do Zé Foguetes
Que está sempre de olho aberto
Mas enfia os seus barretes!
- Há muitos oportunistas
A ver s'a coisa s'ajeita
Por um olho olham para a esquerda
Pelo outro olham p'á direita!
Olho vivo!
- Zé d'Olhão!
Até manda ventarolas!
Isto é que é uma união:
- Se um diz mata!
- Outro diz esfola!
As crises neste país
São semp'a me'ma receita!
Ora são fúrias da esquerda
Ora ataques da direita!
- Um homem não é de ferro
E as crises não são de bronze!
O país é com'ós bêbados
Está entre as dez e as onze!
- A época espacial
Finalmente 'tá a surgir
Nas terras de Portugal
Onde 'tá tudo a subir!
- Olha p'ó custo de vida
Sei eu e sabes tu!
'té parece um foguetão
Que leva fogo no cu!
Olho vivo!
- Zé d'Olhão!
Até manda ventarolas!
Isto é que é uma união:
- Se um diz mata!
- Outro diz esfola!
C'os cintos de segurança
Nos carros nada sacode!
É mais um cinto à'pertar
A barriga do pagode!
- Os cravos da revolução
'tamos a pagar com juro!
Pois o cinto português
Já vai no último furo!
- Ó terra de boa gente,
Ó terra dos meus amores
Tudo quer independência
'té a Madeira e os Açores!
- Se a coisa assim continua
'tá-se a ver que qualquer dia
'té damos a independência
Ao Barreiro e a Leiria!
Esta vida é um fadinho
Que põe um homem de molho.
- Eu finjo que sou ceginho!
- Eu tenho um g'anda olho...
Olho Vivo!
- Zé d'Olhão!
Até manda ventarolas!
Isto é que é uma união:
- Se um diz mata!
- Outro diz esfola!
terça-feira, novembro 16, 2010
Guia Prático do Condutor Acéfalo - 08
Não há coisa mais irritante do que os semáforos limitadores de velocidade. São irritantes porque, à partida, não deveria haver qualquer tipo de limite para a velocidade a que se circula, principalmente dentro das localidades.
Agora imagine este cenário. Você viaja pacatamente a 100 km/h dentro de uma localidade quando, sem que nada o possa prever, vê um otário à sua frente que circula à provecta velocidade de 50 km/h porque existe um sinal a avisar que os semáforos limitadores de velocidade que se encontram mais à frente estão ajustados para este grau de locomoção semelhante a uma lesma com obesidade mórbida.
O que deverá fazer?
A resposta é demasiado óbvia mas cá vai. Ultrapasse o otário e acelere o mais que puder de forma a garantir que o semáforo despolete e fique vermelho. Aí, com toda a pujança, ignore de alto a baixo a indicação do semáforo e passe por ele como se nada fosse enquanto se refastela com a visão do seu espelho retrovisor; o otário atrás de si parou no semáforo vermelho.
Agora imagine este cenário. Você viaja pacatamente a 100 km/h dentro de uma localidade quando, sem que nada o possa prever, vê um otário à sua frente que circula à provecta velocidade de 50 km/h porque existe um sinal a avisar que os semáforos limitadores de velocidade que se encontram mais à frente estão ajustados para este grau de locomoção semelhante a uma lesma com obesidade mórbida.
O que deverá fazer?
A resposta é demasiado óbvia mas cá vai. Ultrapasse o otário e acelere o mais que puder de forma a garantir que o semáforo despolete e fique vermelho. Aí, com toda a pujança, ignore de alto a baixo a indicação do semáforo e passe por ele como se nada fosse enquanto se refastela com a visão do seu espelho retrovisor; o otário atrás de si parou no semáforo vermelho.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
Shallow
Tell me somethin', girl Are you happy in this modern world? Or do you need more? Is there somethin' else you're searchin...
-
Eis então que chega o momento de instalar a Placa de Banda Larga da TMN: ZTE MF620 . Ficou o caldo entornado. As instruções estão escritas n...
-
Ainda na temática do último post , vou tentar explicar melhor quais os tipos de cegueira às cores que existem. Mas, antes disso, convém cont...
-
Como é tradição, aqui vai a minha apreciação do Festival da Eurovisão deste ano. E o vencedor é... ...novamente Salvador Sobral! Sim. ...




