terça-feira, julho 21, 2009

Acessibilidade e Usabilidade Web

A partir de hoje, este Blog vai conter uma vertente mais técnica sobre "Acessibilidade e Usabilidade Web", uma das áreas pelas quais me interesso. Seguirei de perto os posts de Jakob Nielsen no seu site useit.com, traduzindo-os, adaptando-os e fazendo os meus comentários pessoais.

Assim sendo, do vosso lado direito, logo a seguir ao meu perfil e à mensagem de copyright, poderão encontrar um índice onde será fácil navegar pela parte técnica, pessoal ou por tudo. A escolha é vossa!

quarta-feira, julho 15, 2009

FRINGE

FRINGE parece ser uma boa desculpa para acordar destes tempos em que estive a hibernar dentro de 311 páginas. Depois deste ciclo fechar-se, basta afugentar dois corvos do céu para que o Sol brilhe de vez.

A série acabou a semana passada. Era uma boa série e eu um seu devoto fiel. No entanto, sempre que olhava para Phillip Broyles (desempenhado pelo actor Lance Reddick), vinha-me à memória uma série de desenhos animados. Era uma boa série e eu um seu devoto fiel. "As Misteriosas Cidades do Ouro". A cara de Lance lembra-me os Olmèques.



Não consegui resistir à tentação de partilhar convosco esta curiosidade (leia-se: estou de volta).

segunda-feira, junho 15, 2009

Common Craft

Alguns conceitos podem ser difíceis de perceber... a ideia desta firma é explicar em "plain english" qualquer tipo de conceito... desde "Preparing an Emergency Kit", passando por "Twitter" até "Electing a US President".

Os vídeos têm aspecto artesanal: bonecos desenhados em papel e a seguir recortados... animados com as pontas dos dedos ou através de fios!

Um site a não perder!

http://www.commoncraft.com

quarta-feira, maio 13, 2009

Festival Eurovisão da Canção 2009

Ontem foi a primeira eliminatória do festival. Das primeiras 18 músicas que ouvi, gostei de duas em especial, que apresentarei mais abaixo. Apesar do aparato, dançarinos e efeitos especiais, a maior parte das músicas tem pouca qualidade. Os intérpretes cantam, no mínimo, de forma duvidosa e quase nenhuma música merece uma segunda audição. Parece que o festival está condenado a cair em descrédito.

Não dei o meu tempo completamente por perdido: primeiro, fiquei a conhecer a bela música romântica da Islândia "Is It True", cantada pela não menos bela Jóhanna Guðrún Jónsdóttir.



You say you really know me
You’re not afraid to show me
What is in your eyes
So tell me ’bout the rumors
Are they only rumors?
Are they only lies?

Falling out of a perfect dream
Coming out of the blue

Is it true? (Is it true?)
Is it over?
Did I throw it away?
Was it you? (Was it you?)
Did you tell me
You would never leave me this way?

If you really knew me
You couldn’t do this to me
You would be my friend
If one of us is lying
There’s no use in trying
No need to pretend

(Is it real? Did I dream it?)
Will I wake from this pain?
Is it true? (Is it true?)
Is it over?
Baby, did I throw it away?

Ooh… is it true?

Quase depois de me ter recomposto dos arrepios na espinha, volto a tê-los mais uma vez com a música de raízes celtas dada a conhecer pelos portugueses Flor-de-Lis: "Todas as Ruas do Amor".



Se sou tinta tu és tela
Se sou chuva és aguarela
Se sou sal és branca areia
Se sou mar és maré-cheia
Se sou céu és nuvem nele
Se sou estrela és de encantar
Se sou noite és luz para ela
Se sou dia és o luar

Sou a voz do coração
Numa carta aberta ao mundo
Sou o espelho d’emoção
Do teu olhar profundo
Sou um todo num instante
Corpo dado em jeito amante
Sou o tempo que não passa
Quando a saudade me abraça

Beija o mar o vento e a lua
Sou um sol em neve nua
Em todas as ruas
do amor
Serás meu e eu serei tua

Para já são músicas que se destacam da multidão. Espero que assim continuem. Merecem definitivamente um lugar no pódio.

segunda-feira, abril 06, 2009

Quem quer ser Bilionário?

Dois motivos para ir ao cinema:
  • Já não me lembrava da última vez que tinha ido ao cinema;
  • Alguns amigos aconselharam-me vivamente a ver o "Quem quer ser Bilionário";
Para já, gosto da banda sonora. Graças à A.F.O., é o que tenho ouvido recentemente.

Agora comecemos pelo título... preciosismos... um bilião em Portugal corresponde a milhão de milhão, ou seja: 1.000.000.000.000. Nos Estados Unidos da América, um bilião corresponde ao milhar de milhão português, ou seja: 1.000.000.000. O prémio a pagar ao "herói" do filme seria, na melhor das hipóteses, 20.000.000 (vinte milhões) de Rupias Indianas ou, em Euro, cerca de 313.700 (trezentos e treze mil e setecentos) ou, em Dólares dos Estados Unidos da América, cerca de 401.505 (quatrocentos e um mil quinhentos e cinco). Portanto, o termo bilionário parece-me excessivo.

Voltando ao que importa, fui ver o "Quem quer ser bilionário" aos cinemas Lusomundo do Parque Nascente (Rio Tinto). Estavam pouco mais de 20 pessoas (era uma sexta-feira, às 14:30 da tarde) na sala. O som era bom mas o filme apareceu sempre com riscas finas verticais negras do lado direito. Lembro-me que quando fui ver o King Kong a estes cinemas, o filme esteve desfocado na primeira parte (eles fazem um intervalo de sete minutos a meio do filme). Portanto, um voto negativo para a qualidade de imagem no cinema, em contraste com o voto positivo para a qualidade da fotografia.

Mesmo assim, posso dizer sem sombra de dúvida que é um filme bem feito. Caracteriza muito bem os contrastes existentes na Índia e a atmosfera oriental. Os desempenhos dos actores são acima da média, mesmo por parte das crianças. A estória está muito bem conseguida, fazendo o paralelismo entre a biografia do "herói" principal e as perguntas que lhe iam calhando no concurso "Quem quer ser milionário/bilionário", ao jeito de flashback. A banda sonora, como já referi, é boa, estabelecendo uma ponte entre a música tradicional indiana e apontamentos mais modernos como o rap. Um pouco mais cliché é a moral subjacente à estória... mas, não há filmes perfeitos. No fim é apresentada uma coreografia com os actores, muito ao jeito das produções de Bollywood.

Nota final: um filme a merecer, mais tarde, um lugar na minha prateleira de DVD's.

quinta-feira, março 26, 2009

Back to Blog

Ultimamente tenho tido muitas coisas para fazer, o que me levou a uma interrupção nos posts. Uma das minhas fiéis leitoras até chegou a pensar que me tivesse acontecido alguma coisa! Mas não... para além do pouco tempo que tenho para a escrita bloguista (já para outras escritas...).

Deixo-vos aqui um dos meus músicos favoritos... em jeito de desculpas, para que apreciem a sonoridade e a letra de "Brothers in Arms".

Mark Knopfler tem uma forma bastante peculiar de tocar guitarra que é tudo menos a postura clássica ou óptima: utiliza apenas os dedos polegar, indicador e médio para atacar as cordas, numa técnica conhecida como "finger picking" que, já de si é incomum para quem toca guitarra eléctrica (usualmente usa-se uma palheta). Os dedos anelar e mínimo mantêm-se esticados e encostados ao corpo da guitarra. O dedo polegar da mão esquerda que normalmente deve servir de apoio para os outros dedos na parte de trás da guitarra, salta para a frente e ocasionalmente também serve para marcar as notas (outra coisa nada standard). Porém, pela forma irrepreensível como as notas ecoam, acho que se lhe podem desculpar estes preciosismos...



These mist covered mountains
Are a home now for me
But my home is the lowlands
And always will be
Some day you'll return to
Your valleys and your farms
And you'll no longer burn
To be brothers in arms

Through these fields of destruction
Baptisms of fire
I've witnessed your suffering
As the battles raged higher
And though they did hurt me so bad
In the fear and alarm
You did not desert me
My brothers in arms

There's so many different worlds
So many differents suns
And we have just one world
But we live in different ones

Now the sun's gone to hell
And the moon's riding high
Let me bid you farewell
Every man has to die
But it's written in the starlight
And every line in your palm
We're fools to make war
On our brothers in arms

Shallow

Tell me somethin', girl Are you happy in this modern world? Or do you need more? Is there somethin' else you're searchin...