quinta-feira, agosto 23, 2007

Mapa Mundi (ClustrMaps)

Vi a utilização do ClustrMaps no blog do meu amigo F. S. e gostei... vai daí, achei uma boa ideia colocá-lo também no meu blog... tenho uma certa curiosidade em saber de onde são os meus leitores e o SiteMeter não tem tantas potencialidades como este.

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quarta-feira, agosto 22, 2007

Timex Computer 2068 (TC 2068)

Longe vai o ano de 1987, onde pela primeira vez tive contacto com um computador. Depois de muitas insistências, lá consegui que os meus pais me oferecessem um TC2068 pelos meus anos (uma espécie de ZX Spectrum, mas com mais memória e uns comandos adicionais em BASIC, para além de um leitor de cartridges, cuja principal função era colocar a cartridge que emulava o ZX Spectrum).


Enquanto os meus amigos se divertiam com joguinhos, eu divertia-me a programar os meus próprios jogos em BASIC e a fazer desenhos no computador.

É evidente que eu também jogava! E como prova disso, aqui vai uma lista dos jogos que costumava jogar. Lembro-me que enquanto o penúltimo jogo desta lista "carregava", eu ia tomar um lanchinho... agora, até me dá vontade de rir o facto dos jogos carregarem instantâneamente. Dantes tínhamos de estar bastante tempo à espera que o programa "carregasse" na memória e, às vezes, para ver a desapontante mensagem: "R Tape Loading Error, 0:1".

Serve de exemplo para muitos jogos modernos as maravilhas que se conseguiam fazer apenas com 48 mil bytes:

Bruce Lee
Neste jogo, vestimos a pele de Bruce Lee. Pode ser catalogado como um "Beat-em-up", onde temos de passar vários ecrãs recolhendo objectos (#).



Chase H.Q.
Perseguição policial pura e dura. Temos de encontrar um fugitivo e fazê-lo parar a custo de toques entre carros. Um bom exemplo em que os gráficos do Z80 são bem utilizados.



Exolon
Talvez um dos jogos mais impressionantes em termos de gráficos. É um "Shoot-em-up", onde um astronauta tem de progredir por vários ecrãs passando por armadilhas e inimigos com formas estranhas.



Flying Shark
Um dos meus jogos preferidos. Pilotamos um pequeno avião que tem que progredir por território inimigo. Adrenalina típica dos "Shoot-em-up", gráficos bem conseguidos e velocidade vertiginosa são os ingredientes de um jogo que explora bastante bem todas as potencialidades do Z80.



Krakout
Um jogo ao estilo de Arkanoid em que, com uma raquete, comandamos uma bola que destrói as diversas composições que nos vão aparecendo em cada nível. Era o jogo em que o meu pai me expulsava várias vezes do computador para jogá-lo.



Nigel Mansell's Grand Prix
O melhor jogo de simulação de Fórmula 1. Basta dizer isto.



Pippo
O objectivo deste jogo é passar com o nosso bonequinho sobre as casas de um tabuleiro até que estas fiquem com a cor pretendida. Temos de fazer atenção para não cairmos fora do tabuleiro, ou chocarmos com outras personagem que por lá se movem. As pílulas neutralizam os nossos inimigos e o filho do Pippo dá-nos uma vida extra. Um excelente e divertido jogo.



Roadrace
Temos de chegar ao fim de um conjunto de corridas de automóveis com a melhor classificação possível. Cuidado com as manobras dos carros que estão à nossa frente, com a visibilidade e com as condições atmosféricas. Não é o melhor jogo de corridas, mas é cativante, na medida em que nos faz voltar a jogar para tentarmos superar a nossa marca anterior.



Saboteur
A nossa missão: explodir um complexo inimigo sabotando o computador central e conseguir fugir de helicóptero. Mais um bom exemplo de como se pode fazer um jogo com gráficos decentes, mesmo com as limitações do Z80.



Target Renegade
As ruas são perigosas. Neste jogo temos de passar vários cenários urbanos à medida que enfrentamos os elementos de perigosos gangs. Bons gráficos e boa jogabilidade.



Thanatos
Provavelmente um dos jogos mais originais e mais bem feitos para o Z80 a todos os níveis: gráficos, animação, pormenores, música e atmosfera. Aqui, vestimos a pele de um dragão que terá de passar por três castelos: no primeiro, irá buscar uma feiticeira; no segundo, irá deixar que a feiticeira pegue no seu livro de magias; no terceiro castelo, encontra-se o caldeirão onde a feiticeira poderá executar a sua magia. Pelo caminho, os mais variados perigos: aranhas venenosas, chuvas de pedras, dragões bicéfalos, cobras marinhas, arqueiros, abelhas, etc.



Turbo Esprit
Neste jogo, temos de percorrer as ruas de londres em busca do nosso inimigo, disparando sobre ele e cumprindo (minimamente) as regras de trânsito. Cuidado para não matar os peões!



Para jogar estes e outros jogos, visite: http://www.worldofspectrum.org/

quarta-feira, agosto 01, 2007

30ª Feira de Artesanato de Vila do Conde

No sábado passado, eu e a A. M. fomos até Vila do Conde (debaixo de um sol abrasador) para ver a 30ª Feira de Artesanato. Ficámos impressionados com a enorme quantidade de expositores que representavam fielmente quase todo o Portugal Continental e Insular.

Algumas peças de artesanato conseguiram prender o nosso interesse, mas acabámos por não comprar nada. Ficaram pelo menos as ideias de onde gastar dinheiro.

Antes de virmos embora, passámos pela beira rio. Aí encontrámos uma escultura peculiar, representando uma sereia a abraçar aquilo que eu julgo ser a caravela de Vasco da Gama... aguardo correcções...


Por falar em caravela, qual não foi o nosso espanto em deparármo-nos com uma caravela em tamanho real ancorada perto da referida escultura. Só nos fez ganhar respeito por quem, há mais de quinhentos anos atrás, resolveu embarcar nestas cascas de noz e fazer-se ao oceano imenso para dar "novos mundos ao mundo"!

Eis um pormenor das amarras e de uma das pesadas âncoras:

É impressionante a quantidade de cordas desta caravela. Deveriam ser necessários muitos marinheiros experientes para conseguirem manusear todas as velas. Pena que estas não estivessem à vista.

Adeus, Vila do Conde! E obrigado pelas surpresas que nos deste!

quinta-feira, julho 12, 2007

Enigma

Sou fã dos Enigma e do seu fundador, Michael Cretu, desde o seu primeiro disco, que remonta a 1990. A primeira vez que os ouvi, foi numa apertada discoteca da Costa da Caparica, nesse mesmo ano, quando por lá deambulava num passeio do 10º ou 11º ano. Alguns atributos daquela sonoridade marcaram a época e serviram de inspiração para muitos grupos de New Age e não só: os coros gregorianos, as pan-pipes, o ritmo. A aura de misticismo, o cheirinho a idade média, os laivos da inquisição e do culto religioso exacerbado estão lá, fundindo-se num cocktail de especiarias sonoras ao qual é difícil resistir. Pelo menos no que me diz respeito! Analisemos os álbuns:

MCMXC a.D.
O primeiro disco dos Enigma. Marcou definitivamente a época em que surgiu e abriu sendas por onde seguiriam os outros álbuns ("The Voice of Enigma" serve de entrada para outros discos). O canto gregoriano, as pan-pipes e as excelentes colagens de gravações de terceiros (como o canto lírico de Maria Callas na música "Callas Went Away" ou um hallelujah judaico na música "Hallelujah"), são os sons muito próprios deste álbum.

The Cross of Changes
Este disco continua na mesma linha do anterior, onde dominam os sons das pan-pipes. Os cânticos tribais dos Ameríndios surgem em músicas como "Return to Innocence", uma das minhas preferidas. As percursões primitivas, solos de guitarra com distorção e algumas reminiscências do velho oeste americano (dadas por uma gaita de boca) figuram noutra música da minha preferência: "I Love You, I'll Kill You". Este disco acaba por retratar o encontro dos europeus com os povos primitivos, acabando com o seu éden terrestre.

Le Roi est Mort, Vive le Roi!
Embora este disco comece por lembrar o "The Voice of Enigma", não se deixe enganar: a sonoridade dos Enigma vai mudar um pouco neste álbum. Torna-se mais sideral, mais tecnológico. Se tiver uma boa aparelhagem, conseguirá ouvir os graves poderosos da batida da música "Morphing Thru Time", que acompanham o coro gregoriano. Uma espécie de balada ritmada é o que caracteriza uma das minhas músicas preferidas deste álbum: "Why!" O cântico sânscrito funde-se com o coro gregoriano noutra música de eleição: "The Child in Us".

The Screen Behind the Mirror
O mote inicial para este álbum é novamente o espaço, que abre alas para a entrada poderosa da Ópera "Carmina Burana" de Carl Orff na música "The Gate", com passagens do "O Fortuna". Este "O Fortuna" volta a surgir num cenário radiofónico na minha música preferida desta colectânea: "Gravity of Love", que faz arrepiar a espinha toda. Em "Camera Obscura", Michael Cretu brinca um pouco com tocar às avessas: a voz canta a música do fim para o início. E gostou tanto do resultado que volta a usar este estratagema mais algumas vezes.

Voyageur
Curiosamente, ainda não me dediquei muito a escutar este disco, embora o tivesse comprado assim que surgiu. Ouvi-o uma ou duas vezes. A explicação que encontro é que talvez não me tivesse identificado com as músicas. Para dizer a verdade, neste momento não me lembro de nenhuma delas. Há que ouvi-lo de novo para tirar conclusões mais detalhadas.

A Posteriori
É o disco que me encontro a ouvir à medida que escrevo este post. Começa mais uma vez com os acordes de "The Voice of Enigma", mas dá rapidamente lugar a uma sonoridade reinventada. A música de abertura chama-se "Eppur Si Muove". É uma alusão à frase proferida por Galileu, quando disse que afinal a terra não estava fixa no centro do universo, mas movia-se à volta do sol. Quererá Michael Cretu transportar os Enigma da Idade Média para o Renascimento? O canto lírico surge novamente numa das minhas músicas preferidas: "Dreaming of Andromeda". "Dancing With Mefisto" e "20.000 Miles Over the Sea" têm ritmos bastante interessantes. "Sitting On The Moon" é uma balada ritmada bastante agradável. O álbum termina com outra fabulosa balada: "Goodbye Milky Way". O espaço parece ser a fonte de inspiração para Michael Cretu desde "Le Roi Est Mort, Vive le Roi!". E isto acaba por vir confirmado em "A Posteriori".

Lá do alto, apercebemo-nos da fragilidade do nosso planeta. Todos os eventos históricos, todas as pessoas que existiram, existem ou existirão se resumem àquele ponto azul.

"in 5 billion years
Andromeda galaxy will collide with our Milky way,
a new gigantic cosmic world will be born…"

terça-feira, julho 10, 2007

Fakir

Um Fakir (ou Faqir) é um recluso, um eremita, um pedinte. O meu estereótipo de Fakir é representado aqui por dois desenhos meus, que elaborei circa de 1998.



O Fakir aqui representado é nada mais, nada menos que o emblemático Mustafa Al Shariff, muito conhecido em Xabregas por palmar as carteiras dos incautos frequentadores dos autocarros da carris. O bichinho de estimação do Mustafa é o não menos conhecido Dumbe, diminutivo de Dumb Elephant. As suas habilidades mais notórias encontram-se aqui retratadas: programar com o auxílio da tromba e saltar para dentro de bacias de água desproporcionais ao seu corpo.

P.S. Sim... o monumento que serve de pano de fundo ao primeiro desenho é uma das novas 7 maravilhas do mundo: o Taj Mahal!

sexta-feira, julho 06, 2007

Dire Straits

Nas minhas páginas antigas tinha um conjunto de críticas aos álbuns dos Dire Straits que me apetece agora recuperar. Pode ser que tenham alguma utilidade! Junto de cada música, colocarei a minha pontuação, de "muito bom" (+++), "bom" (++), "razoável" (+) e "mais ou menos" (+/-). Uma música que tenha a guitarra de Mark Knopfler pelo meio, nunca levará de mim uma pontuação inferior a "mais ou menos". As músicas que levam esta pontuação são aquelas que sinceramente não me caem no goto, por não terem a qualidade ou a sonoridade que esperava dos "Dire Straits".

Dire Straits (1978)




O primeiro álbum "a sério" dos Dire Straits. Nota-se algum experimentalismo, mas a genialidade da guitarra de Mark Knopfler já lá está. Referências: "Water of Love", "Six Blade Knife" e a primeira música a catapultar os Dire Straits para a ribalta, "Sultans of Swing".
  1. Down To The Waterline ++
  2. Water of Love ++
  3. Setting Me Up ++
  4. Six Blade Knife ++
  5. Southbound Again ++
  6. Sultans of Swing +++
  7. In The Gallery +
  8. Wild West End ++
  9. Lions +
Comuniqué (1979)


Aclamado por alguns como sendo um dos melhores álbuns dos Dire Straits. Sou obrigado a concordar um pouco com esta perspectiva. Os Dire Straits apresentam-se suficientemente maduros e sabem mais o que querem, depois de algum experimentalismo. Algumas melodias nervosas e rápidas tiradas das cordas da guitarra de Mark Knopfler tornam este album inesquecível. Destaca-se o ritmo insinuante de "Once Upon a Time in the West", o poder de "Where do you think you're Going", o romantismo de "Portobello Belle", e a calma de "Follow Me Home".
  1. Once Upon a Time In The West ++
  2. News ++
  3. Where Do You Think You're Going? ++
  4. Communiqué ++
  5. Lady Writer ++
  6. Angel of Mercy ++
  7. Portobello Belle ++
  8. Single Handed Sailor ++
  9. Follow Me Home ++
Making Movies (1980)


Dois anos depois da entrada oficial dos Dire Straits no panorama musical, é lançado este álbum onde se podem ouvir algumas sonoridades diferentes dos Dire Straits, muito à custa dos teclados de Roy Bittan em músicas como "Tunnel of Love" e "Skateaway". "Romeo and Juliet" faz a sua aparição, tornando-se noutra música emblemática dos Dire Straits (bem como a guitarra com que Mark Knopfler toca, uma "National Style O" de 1937, que foi capa do disco "Brothers in Arms").
  1. Tunnel of Love ++
  2. Romeo and Juliet +++
  3. Skateaway ++
  4. Expresso Love +
  5. Hand In Hand +
  6. Solid Rock +/-
  7. Les Boys +/-
Live at the BBC (1980)


Um dos primeiros concertos ao vivo dos Dire Straits. Não é com certeza nesta colectânea que se nota o "à vontade" de Mark Knopfler em concertos ao vivo... ainda precisava de amadurecer até chegar ao Alchemy. Alguns momentos mortos, alguns "flash's" de genialidade, caracterizam este CD. Sobressai de tudo o resto a música "What's the Matter Baby?", da autoria do seu irmão David Knopfler.
  1. Down To The Wateline (live) +
  2. Six Blade Knife (live) +
  3. Water of Love (live) +
  4. Wild West End (live) +
  5. Sultans of Swing (live) ++
  6. Lions (live) +
  7. What's The Matter Baby? (live) ++
  8. Tunnel of Love (live) +
Love Over Gold (1982)


Um óptimo CD, a começar pela capa: um enorme relâmpago. Dizer qual das músicas é melhor, torna-se tarefa impossível. Se me encostassem contra a parede, escolheria "Telegraph Road", uma das músicas mais longas dos Dire Straits, "Private Investigations" com os seus solos de guitarra acústica e "Love Over Gold", uma música sentimental, com um fim bastante interessante onde o xilofone é o mestre de cerimónia.
  1. Telegraph Road +++
  2. Private Investigations +++
  3. Industrial Disease ++
  4. Love Over Gold +++
  5. It Never Rains ++
Alchemy (1984)
O primeiro grande concerto ao vivo dos Dire Straits com uma edição de luxo de dois CD's. Apresentam alguns dos seus êxitos musicais dos álbuns "Dire Straits", "Making Movies", "Comuniqué" e "Love Over Gold". Os solos de guitarra do Mark Knopfler são simplesmente geniais e únicos. O saxofone traz também alguma riquesa às melodias. São de salientar as versões de "Tunnel of Love", "Once Upon a Time in the West" e "Love Over Gold".

  1. Once Upon a Time In The West (live) +++
  2. Expresso Love (live) +
  3. Romeo and Juliet (live) +++
  4. Love Over Gold (live) +++
  5. Private Investigations (live) +++
  6. Sultans of Swing (live) +++


  1. Two Young Lovers (live) ++
  2. Tunnel of Love (live) ++
  3. Telegraph Road (live) +++
  4. Solid Rock (live) +/-
  5. Going Home - Theme from 'Local Hero' (live) +++
Brothers in Arms (1985)

Um dos primeiros álbuns em todo o mundo a ser convertido para o novo suporte musical em rápida ascenção: o CD. A exploração dos instrumentos musicais, os vários ritmos e melodias são o forte de "Brothers in Arms". Está cheio de músicas míticas dos Dire Straits: "Money for Nothing" (em parceria com Sting), "Brothers in Arms" (possivelmente uma das músicas preferidas de Mark Knopfler, porque atravessará toda a sua carreira) e "Your Latest Trick" com um solo imperdível de Saxofone. A crítica não fica completa sem mencionar a rebeldia e raiva da música "The Man's Too Strong - óptima para ser ouvida com o amplificador no Máximo.
  1. So Far Away +++
  2. Money for Nothing ++
  3. Walk of Life +
  4. Your Latest Trick +++
  5. Why Worry +/-
  6. Ride Across the River +/-
  7. The Man's Too Strong +++
  8. One World +
  9. Brothers in Arms +++
On Every Street (1991)

Depois de alguns anos afastados do estúdio, os Dire Straits fizeram aquele que viria a ser o "último grito do guerreiro": "On Every Street". As influências americanas são notórias, trazidas pela sonoridade da Pedal Steel Guitar de Paul Franklin. Destacam-se as músicas "Calling Elvis" que deu posteriormente uma óptima versão ao vivo do álbum "On the Night", "On Every Street" com um crescendo fabuloso, "You and Your Friend" e o seu dueto de guitarras fantástico e o místico "Planet of New Orleans". Um regresso em força para os Dire Straits, sem dúvida!
  1. Calling Elvis ++
  2. On Every Street +++
  3. When It Comes To You ++
  4. Fade To Black ++
  5. The Bug +/-
  6. You And Your Friend +++
  7. Heavy Fuel +
  8. Iron Hand +++
  9. Ticket To Heaven +
  10. My Parties +
  11. Planet of New Orleans +++
  12. How Long +
On the Night (1993)

O meu álbum ao vivo dos Dire Straits de eleição. Os solos de guitarra clássica são fantásticos e delirantes, sente-se a emoção da multidão ao rubro e as versões bem conseguidas de músicas emblemáticas proliferam. Salienta-se o solo estrondoso de Mark Knopfler em "Calling Elvis", o delírio de "Romeo and Juliet", outro solo estrondoso em "Private Investigations" e o fecho em glória com "Brothers in Arms".
  1. Calling Elvis (live) +++
  2. Walk of Life (live) +
  3. Heavy Fuel (live) +
  4. Romeo and Juliet (live) +++
  5. Private Investigations (live) +++
  6. Your Latest Trick (live) +++
  7. On Every Street (live) +++
  8. You And Your Friend (live) +++
  9. Money for Nothing (live) +
  10. Brothers in Arms (live) +++
Encores (1993)


Um Mini-CD apenas com quatro músicas, todas "encores", ou seja, aquelas músicas que o grupo canta quando é novamente chamado ao palco depois de formalmente o concerto já ter acabado. Há quem diga que alguns deixam o melhor para o fim, mas não considero este Mini-CD brilhante. Destacaria, para além de Your Latest Trick, apenas a versão de "Wild Theme" que serviu de banda sonora para o filme "Local Hero".
  1. Your Latest Trick (live) +++
  2. The Bug (live) +
  3. Solid Rock (live) +
  4. Wild Theme (live) +++

quarta-feira, julho 04, 2007

Melhoramentos

Ontem e hoje foi dia de novos experimentalismos no blog. Primeiro, adicionei uma ferramenta de pesquisa: o meu blog já está um bocadinho extenso e por isso, um motor de pesquisa vem mesmo a calhar. Se mesmo assim não encontrar o que procura, sempre poderá clicar num dos links sugeridos pelo Google. Boas navegações!

Shallow

Tell me somethin', girl Are you happy in this modern world? Or do you need more? Is there somethin' else you're searchin...